Paulinho descreve momento, fala sobre a convocação e responde se ainda pensa em jogar na Europa

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O Atlético treinou nesta terça-feira (07) na Cidade do Galo no período da manhã. Já amanhã, as atividades acontecerão no período da tarde na Cidade do Galo, fechando os preparativos para o confronto da quinta-feira (09), quando o Galo vai para São Paulo enfrentar o Corinthians.

Após o treinamento de hoje, o atacante Paulinho, que foi convocado pelo técnico Fernando Diniz para defender a Seleção Brasileira nos 2 próximos compromissos, válidos pelas Eliminatórias da Copa, conversou com a imprensa e falou sobre vestir a “amarelinha”, momento no Galo, irregularidade da equipe no Brasileirão e muito mais.

O jogador começou a coletiva falando da atual situação do Campeonato Brasileiro:

Acho que para o campeonato foi boa a derrota do Botafogo. Acredito que colocou todo mundo que está na busca, seja pela classificação para a Libertadores, ou para os clubes que estão mais acima, na briga pela pelo título. E conseguiu deixar todos mais vivos na competição. Ainda faltam 6 jogos, pelo menos para a gente e é claro que é quando tem esperança, quando tem condições matemáticas de ainda buscar algo maior, a gente vai sempre estar almejando isso. Mas é claro que o nosso objetivo principal, ainda é a classificação para a Libertadores de maneira direta. Temos jogos importantes nesse final de ano para poder buscar o nosso objetivo.

Paulinho também respondeu se já havia alguma expectativa de ser convocado para a Seleção Brasileira:

Não sou um jogador de criar muita expectativa. Todo mundo sabe que a Seleção é consequência daquilo que a gente faz no clube. O Atlético foi o clube que que me abraçou nesse ano de 2023, foi o clube que mais quis a minha contratação nesse ano. Eu vim para cá para recuperar o meu prazer de estar estar jogando futebol, de estar perto da minha família e assim acredito que as coisas vão fluindo naturalmente. Eu fico feliz pelo ano que eu estou tendo aqui no Galo, brigando pela artilharia e ajudando o clube a buscar seus objetivos. Isso é o mais importante.

E completou:

E fico feliz de ter sido coroado agora com uma convocação, para uma sequência muito importante para a Seleção Brasileira, que são as eliminatórias. Eu espero que de alguma forma eu possa ajudar. Agora, eu vou trabalhar muito para continuar mantendo o meu nível aqui no Galo e assim é conquistar mais vezes as convocações, porque é um sonho pessoal estar vestindo a camisa da Seleção Brasileira.

Paulinho foi questionado se tem o desejo de retornar ao futebol europeu:

Não, meu desejo atual é continuar fazendo meu trabalho pelo Galo. Não crio expectativas, como eu falei. Não fico pensando do que pode acontecer no futuro. Acho que o momento é sempre o mais importante e eu estou feliz aqui. Espero poder seguir feliz aqui, conquistando bons frutos com a camisa alvinegra. E assim, a gente vê o que acontece lá na frente. É claro que a gente não tem como prever o futuro. Mas é isso, eu vou seguir a minha caminhada aqui, tentando ser feliz, tentando conquistar os objetivos, tanto coletivo, quanto individual e o que tiver que acontecer, vai acontecer.

Convivendo com algumas críticas durante o ano, o camisa 10 do Atlético falou como lidou com tudo isso:

Bom, acho que a gente tem que saber gerir nossas emoções durante qualquer processo que você possa passar numa temporada. O jogador vive muito de altos e baixos e isso é normal. Acho que a crítica ela é normal do futebol. Cada um tem uma forma de ver o jogo, cada um tem a sua opinião. A gente escuta certos comentários, mas não é para se apegar as coisas negativas. Eu acho que a gente tem que buscar sempre uma evolução, sabendo gerir essas emoções.

Voltando ao Atlético, Paulinho foi perguntado sobre a irregularidade do time contra equipes que estão lutando no Z4 do Brasileirão:

Cada jogo é um jogo diferente. A gente enfrenta equipes que talvez jogam mais expostas e a gente acaba tendo mais facilidade para encontrar espaços. Jogamos no Campeonato que é muito disputado, onde as equipes que estão embaixo, elas tentam ao máximo dificultar os jogos. E é contra os times grandes, os times que estão brigando por títulos, os times que estão brigando ali por Libertadores. É claro que a gente lamenta muito esse esses pontos perdidos contra times que estão embaixo, mas não tem muito tempo para ficarmos pensando nessas coisas. Temos que estar focados no próximo jogo.

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